Após cassação, sessão é agitada na Câmara de Embu

Ney recebe o apoio de vereadores e populares durante sessão na Câmara de Embu - Foto: Genildo Rocha

Por Williana Lascaleia, do Parque Industrial Ramos de Freitas

Ney recebe o apoio de vereadores e populares durante sessão na Câmara de Embu - Foto: Genildo Rocha
Ney recebe o apoio de vereadores e populares durante sessão na Câmara de Embu – Foto: Genildo Rocha

Nesta quarta-feira, dia 19, a sessão da Câmara de Embu foi bem diferente do que ocorre tradicionalmente todas as semanas. Após a cassação do vereador Ney Santos, populares foram até a Câmara para se manifestar contra a cassação do vereador, além dos pares que o apoiaram durante a sessão.

Em apoio a Santos o vereador Carlinhos afirmou que dentro de dias e no máximo em um mês ele estará de volta. Já os populares levaram cartazes, se manifestaram com dizeres e aplaudiram Ney quando este teve a oportunidade de se manifestar durante a sessão.

Ney que já tinha sido cassado no ano passado pelo mesmo juiz, afirma que é vitima de uma perseguição política desde 2012 quando foi o vereador mais votado no município.

“Se trata de mais uma perseguição política. […] Estão aprontando comigo. Não vou desistir nunca. Independente de qualquer ameaça. Desafio qualquer pessoas a vir dizer que eu dei algo em troca de voto”, afirmou Ney.

Ney explicou que no período de eleição foi acusado de ter trocado atendimento na área da saúde, na ONG Vida Feliz, por apoio político. Afirmou ainda que na primeira vez que foi investigado a justiça não encontrou nada, na segunda vez se passaram por pacientes e também não encontraram nada.

Afirmou ainda ser estranho a volta do juiz Gustavo Sauaia Romero Fernandes para dar a setença de sua cassação, o mesmo se encontrava afastado, já que foi a juíza Maria Priscila Ernandes Veiga Oliveira que, inclusive, ouviu as testemunhas de defesa e estava no caso na última semana.

“Muito estranho esta situação. Até porque há uma semana quem estava presidindo o inquérito era a juíza Dr. Maria Priscila. Ela ouviu todas as testemunhas. Na segunda vimos q ele tinha assinado” concluiu Santos.

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