Câmara de Embu aprova primeiros-socorros em creche e tradutor de Libras

Educadores aplaudem aprovação de contratação de tradutor de Libras, observados por mestres e aprendizes de capoeira - Foto: Adilson Oliveira/CMETEA

Adilson Oliveira – Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal

Educadores aplaudem aprovação de contratação de tradutor de Libras, observados por mestres e aprendizes de capoeira - Foto: Adilson Oliveira/CMETEA
Educadores aplaudem aprovação de contratação de tradutor de Libras, observados por mestres e aprendizes de capoeira – Foto: Adilson Oliveira/CMETEA

Os vereadores de Embu das Artes aprovaram nesta quarta-feira, dia 27, a obrigatoriedade da realização de cursos de primeiros-socorros  aos funcionários em creches no município e a contratação de tradutor e  intérprete de Libras, dois dos quatro projetos de lei (PL) apreciados na sessão. Também tiveram voto favorável duas indicações, além de duas  moções, uma em homenagem a um grupo de capoeira da cidade – que se  apresentou ao término dos trabalhos.
Pelo PL (16/2015) tornado  lei, “ficam os servidores lotados em creches municipais e funcionários  de creches particulares obrigados a participar de curso de primeiros  socorros e prevenção de acidentes”, que deverá ser dado por entidades  especializadas sediadas no município ou por bombeiros da Polícia Militar do Estado, diz o vereador Gilson Oliveira (PT), autor da proposição. O  curso terá critérios definidos em regulamentação da legislação, com  periodicidade anual.
Enviado em regime de urgência pelo governo  Chico Brito (PT), o PL 22/15 estabelece dez vagas para tradutor e  intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras), em que os requisitos são ensino médio completo, com curso de formação específica e  reconhecida, para trabalhar 30 horas semanais e com salário de R$  2.144,00, em contrato por tempo determinado. Educadores que trabalham  com pessoas com deficiência estavam no plenário e aplaudiram a  aprovação.
Projeto de lei complementar (PLC 6/2015) aprovado,  também de autoria do Executivo e encaminhado em regime de urgência,  altera quadro de cargos em comissão de livre nomeação e exoneração da  prefeitura de Embu das Artes, com a criação do cargo de diretor de  controle de compras (uma vaga), com salário de R$ 10.864,02. As  atribuições do nomeado é administrar, planejar, desenvolver, implementar e controlar ações da área de compras.
O outro PL (17/2015)  valoriza a pintura de grafite como forma de expressão e de arte, de  autoria de Edvânio Mendes (PT). “Fica reconhecida a prática do grafite  como manifestação artística de valor cultural, sem conteúdo  publicitário, com o objetivo de valorizar o patrimônio público ou  privado”, destaca o vereador. Ele estabelece que o grafite fica  autorizado em postes, muros, túneis, passarelas, paredes “cegas”,  tapumes de obras e outros espaços municipais.
Entre as  indicações, Doda Pinheiro (PT) solicitou troca de luz amarela por branca dos postes em Embu das Artes, inclusive em ruas dos bairros. “A luz  branca ilumina mais e é mais econômica”, justifica o vereador. Clidão do Táxi (PC do B) pediu estudo para implantação de parque infantil no  Jardim Novo Embu (área central). “Além de promover o esporte e lazer, o  playground localizado em área pública promove a inclusão entre as  crianças”, justificou o autor.
Uma moção aprovada foi de pesar,  de autoria dos parlamentares da mesa-diretora, pela morte da funcionária da prefeitura Isabel de Oliveira Santos, no último dia 15, aos 50 anos. A outra foi de aplausos, apresentada pelo vereador Pedro Valdir (PSD),  ao Centro Cultural de Capoeira Raízes das Artes, pelo “importante  trabalho cultural realizado em nosso município”, destacou o autor.  Integrantes do grupo, inclusive crianças, jogaram capoeira no próprio  plenário.

 

 

 

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