COVID- 19: Ações, dados e futuro do COVID- 19


Por Karla Lascaleia, do gabinete do Prefeito

A pedido da imprensa o prefeito Fernando Fernandes concedeu uma coletiva de imprensa na manhã desta quinta- feira, para falar do último mês onde foram tomadas diversas medidas de enfrentamento ao COVID- 19, falou do futuro da pandemia, da curva, dos leitos e equipamentos. A secretaria de saúde, Raquel Zaicaner, também estava presente.

Sobre dados, informações, previsões e futuro do COVID- 19  Fernandes disse que ninguém sabe sobre o que o futuro nos reserva já que os dados estatísticos que temos hoje não são consistentes

“O que o futuro nos reserva? Ninguém sabe. O que temos hoje são dados estatísticos não consistentes. Não existe essa possibilidade de prever o que vai acontecer num tempo próximo”, disse Fernandes

Taboão da Serra tem seguido o decreto do Governo do Estado e aliado ao diálogo para que as pessoas fiquem em casa e os pequenos comércios não abram, mas na região periférica da cidade está difícil, pois os moradores abrem os pequenos comércios. 

São Paulo tem uma curva inferior em 30% em relação ao país e isso se deve ao isolamento social que foi feito precocemente em todo o Estado. A curva não tem um percentual maior, pois muitas famílias são numerosas e moram em residências muito pequenas e isso dificulta permanecerem dentro da residenciais por muito tempo, mas ainda assim o distanciamento foi inegavelmente produtivo..

“Estamos seguindo um decreto de quarentena do Governo do Estado. Estamos indo pelo diálogo, pedindo para as pessoas ficarem em casa, não abrir comércios. O distanciamento social em São Paulo foi produtivo. Inegavelmente produtivo. São Paulo tem uma curva 30% inferior que o Brasil quando que teríamos que ter uma curva maior ou igual a do país. porque somos o maior adensamento do país, temos as maiores regiões metropolitanas do brasil. [O achatamento da curva só foi possível porque] praticamos o distanciamento precocemente”, disse Fernandes.  

O Hospital de Campanha de Taboão da Serra, HCTS, já atendeu 1067 munícipes. sendo que 55  destes pacientes foram internados . Até a manhã desta quinta- feira, 23, havia 14 pacientes internadas no HCTS e 6 pacientes internados na Unidade de Pronto Atendimento, UPA. 

Em relação aos respiradores Taboão da Serra não teve problemas, pois quando a Maternidade da Antena foi reformada foram comprados respiradores, ou seja, a cidade já estava preparada. Os HCTS foi aberto com capacidade para 40 leitos gerais, sendo 4 com respiradores, mas com capacidade para ser aumentado para 60 leitos. A UPA tem capacidade, sem nenhuma alteração, para 9 leitos com respirador.

“Temos avançado na medida da necessidade. Quando abrimos o HCTS abrimos 40 leitos gerais, destes 4 com respiradores. A ideia é que este paciente grave fique internado de 14 a 21 dias; ai precisa de uma UTI com estrutura hospitalar. Na UPA sem fazer nenhuma adaptação temos 9 leitos com respirador. […] O importante é saber que se precisar usar temos esse arsenal a nossa disposição. A gente espera nunca precisar usar, mas isso foi uma preocupação que a gente teve assim que o prefeito entrou em 2013 e que fizemos a transformação do pronto socorro. A compra de equipamentos foi pensada lá em 2013”, declarou Drª Raquel Zaicaner, secretária de saúde. 

Os casos de coronavírus, em Taboão, confirmados são de 150, com 18 óbitos. No país, os casos confirmados são de 49.492 casos e 3.313 mortes.

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