Clayton Luiz fala com o Informativo Taboão sobre sua chegada a Coordenadoria


Por Williana Lascaleia, da Redação Online

Clayton Luiz falou com exclusividade ao #informativotaboao sobre sua ida para a Coordenadoria da Igualdade Racial, pois é uma grande responsabilidade, aprendizado e desafio em sua carreira, também esclareceu que seu trabaho é voluntário, ou seja, não recebe salário por ele.

Sobre como recebeu a noticia declara que foi um momento de felicidade carregado de responsabilidade, pois é um espaço que possui muitos desafios e que necessita de muita atenção, além é claro do mais importante que é o fortalecimento do negro em Taboão.

“Recebi a notícia com muita felicidade e responsabilidade, sabemos dos desafios da coordenação será de grande aprendizado e estamos lutando para fortalecer cada vez mais o movimento negro de Taboão da Serra”, declarou Clayton Luiz.

O que trouxe Clayton Luiz à Coordenadoria foi seu trabalho desenvolvido no Taboafro, no Bloco Cachorro de Selva e na Feijoada de Ogum, que acontece desde 2011. Todos os projetos tem envolvimento direto com a identidade do negro.

Para quem não conhece O Taboafro, uma feira de cultura, é um resgate da cultura negra em Taboão da Serra, já o Bloco Cachorro de Selva existe desde 2016 e vem como bloco carnavalesco e por fim a Feijoada de Ogum que tem por objetivo resgatar a ancestralidade através da fé em Ogum, que foi um guerreiro.

“Sei que devido ao nosso trabalho junto aos coletivos : TaboAfro e Bloco Cachorro de Selva e ao meu projeto fundado desde 2011 a Feijoada do Ogum o meu nome tinha estava na lista , junto com outros nomes de pessoas ligadas ao movimento”, disse Clayton.

Sobre a expectativa de como irá trabalhar a frente da coordenadoria Clayton diz que é a melhor possível e agradece ao prefeito Fernando Fernandes pela oportunidade.

“A expectativa é a melhor possível. Quero agradecer ao Senhor Prefeito Fernando Fernandes, pela designação. Lembrando a todos que esse cargo de coordenador não tem vínculo empregatício com a prefeitura ou seja não existe salário, uma das condições para aceitar o convite seria o voluntariado. Conto com a ajuda de toda militância [para fazer um bom trabalho]. Juntos somos mais fortes”, afirmou Luiz.

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