Sessão termina de “forma lamentável e triste” após tumulto na Câmara

Presidente teve que suspender a sessão para esvaziar a plenária após confusão

Na manhã desta terça- feira, 9, a sessão da Câmara fora marcada pela agressividade e intolerância. Grupos políticos rivais começaram a discutir e antes que começasse uma briga com agressões físicas a GCM precisou intervir e apartar a confusão.

Os vereadores em tribuna não eram ouvidos por quem estava presente tamanha a gritaria dos grupos presentes.  

Como os ânimos não se acalmavam a presidente Joice Silva pediu reunião de líderes, com base no artigo 103, que diz que “A reunião de Líderes, para tratar de assunto de interesse geral, realizar-se-á por proposta de qualquer deles ou por iniciativa do Presidente da Câmara”, segundo o regimento interno da Casa.

Após conversa com todos os vereadores da Casa, a presidente, Joice Silva, determinou que os grupos manifestantes deveriam se retirar e permanecer apenas os vereadores, os assessores dos vereadores e a imprensa. Os populares saíram, a imprensa e os assessores ficaram, mas Celsinho, Celso Vasconcelos, negou- se a sair, tentando identificar- se  como imprensa, alegando ter uma página no Facebook.

“Hoje  mais uma vez tivemos um fato lamentável na câmara. Onde dois grupos vem a câmara cada um com  sua torcida, ideais e princípios, mas de forma perigosa começaram a se atacar pessoalmente, então, por questão de segurança e de respeito a vida, independente de grupo, eu solicitei que se retirassem da galeria para evitar algo pior. Tínhamos crianças de colo, crianças menores mulheres e aquilo se tornou algo perigoso”, declarou a presidente Joice Silva com exclusividade ao Informativo Taboão.

A imprensa presente, que emitiu uma nota, não concordou com a postura dele e acabou tendo uma discussão. Por fim, Celsinho acabou saindo e a GCM o acompanhou até a porta de saída do plenário. 

A sessão foi encerrada com a presidente dizendo que “estamos encerrando mais uma sessão de forma triste e lamentável para nossa cidade”.

 

*Por:  Williana Lascaleia

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